PF cumpre mandado na Paraíba contra acusado de guardar vídeos e fotos de abuso infantil

  • 14 de março de 2024

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (14) duas fases de uma série de investigações que visam a repressão de crimes de abuso sexual infantil praticados pela internet na Paraíba. Já no município de Sousa, Sertão paraibano, a PF deflagrou, a Operação Incestuous Multiverse, para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um investigado por armazenamento de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

O investigado participava do grupo de aplicativo de mensagens que possuía cerca de 190 participantes, entre brasileiros e estrangeiros, tal grupo compartilhava imagens e vídeos de pornografia infantil.

Se os crimes forem confirmados, o investigado pode responder por estupro de vulnerável e produção e armazenamento de pornografia infantil. As penas somadas podem chegar a dez anos de prisão.

Investigação na Paraíba

As investigações tiveram início em 2023 com informações encaminhadas à Polícia Federal dando conta do cometimento de crimes de posse e de compartilhamento de imagens com conteúdo de abuso sexual infantil.

As operações deflagradas integram um conjunto de ações a serem desenvolvidas pela Polícia Federal no estado da Paraíba, que visam fortalecer a repressão aos crimes relacionados ao abuso sexual infantil no estado e promover a prevenção destas práticas criminosas.

Os investigados responderão pelos crimes de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, cujas penas somadas podem chegar a dez anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes mais graves praticados a partir da análise do material digital apreendido.

“As ações policiais não apenas expõem a gravidade do problema, mas sobretudo incentivam a reflexão coletiva sobre a proteção das crianças e dos adolescentes, fortalecendo, assim, o compromisso social com a dimensão preventiva dessas gravíssimas práticas criminosas”, diz a PF.

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